sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Fim do Aterro de Marituba. Até que enfim.


31 de maio é o prazo para encerramento das operações do Aterro Sanitário de Marituba. A promessa de fechamento surgiu da própria empresa que o administra, Guamá Tratamento de Resíduos Sólidos. Uma das justificativas para encerrar as atividades é o não pagamento de dívidas por parte da prefeitura de Belém que somaria um montante superior a R$ 12 milhões de reais. A prefeitura de Belém contesta esses valores.

A população de Marituba conta nos dedos para que esse dia chegue. Desde 2015 com o início das operações do espaço, os moradores reclamam do mau cheiro que se espalha por quilômetros e em algumas regiões mais próximas a área de despejo do lixo, famílias denunciam a contaminação do solo e da água de poços.

A prefeitura de Marituba, bem que poderia informar a população, qual postura está adotando em relação ao caso. Que providência tomará após o fechamento do aterro? Porém, até agora, como de costume, boca de siri.  


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Procura-se o prefeito!


Os munícipes da cidade de Marituba, região metropolitana de Belém, procuram avidamente pelo prefeito da cidade Mário Filho.

O cidadão sumiu. Desapareceu. Evaporou.

Enquanto isso, a cidade amarga um triste cenário de abandono com lixo, mato, ruas sob o império da sujeira e obras sem nunca obedecerem a prazos de conclusão.

Quem souber por anda a ‘margarida’, avise aqui no blog.

Blog está de volta


Olá amigas e amigos! Agora com mais tempo, decidi dar continuidade ao projeto do nosso espaço de informações e troca de ideias. Logo estarei postando notas sobre o Pará, nossa capital e a partir de agora com um olhar mais atento a cidade de Marituba onde hoje resido.

Abraços!


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Base aliada de Zenaldo derruba Passe Livre na Câmara

Estudantes ficaram assustados com número de abstenções. Foram 18.

Nossos legisladores mais uma vez deram a tônica de como usarão do exercício de seus mandatos para os próximos anos. Hoje na câmara, mesmo diante de uma platéia de jovens conscientes de seus papéis e direitos cívicos, 18 vereadores, descaradamente viraram as costas para quem os elegeu e desnudaram suas subserviências ao gestor municipal. Agiram como servos do Rei. 

Confesso que fiquei assustado ao saber que o vereador que ajudei a eleger, teve uma postura minimamente ética. Na verdade, nada ética. Acreditei naquele cidadão, porém, me decepcionei. Hoje. 

Mais uma vez, a câmara dos vereadores de Belém é a primeira a dar mau exemplo. Aliás, o fracasso da imagem da casa, reflete na presença da população nas sessões ordinárias. Ninguém praticamente procura o legislativo para acompanhar os debates e votações. 

Dá câmara as notícias mais recorrentes que recebemos relatam sobre denuncias de nepotismo, malversação do dinheiro público, cárcere privado de alunos na casa, enfim. Hoje, nosso legislativo seria o filho rebelde que só dá desgosto aos pais.

Aos 18 vereadores que propositadamente abstiveram-se de votar o projeto do Passe Livre, digo-lhes que na verdade, eles nos fizeram um bem. Afinal, a partir de agora os lobos perderam seus disfarces de cordeiro. Certo?


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Descaso: Alenquer sofre com o acúmulo de Lixo

A imagem é digna de um cenário de qualquer país da África Subsaariana. Mas ela foi fotografada em uma estrada no município de Alenquer, Oeste do Pará e enviada ao blog.

Descaso? Incompetência? Má gestão? ou tudo isso combinado?
 
O problema é antigo na cidade.

Agora, a situação tende a piorar já que, a cidade vive um clima político-administrativo conturbado. Hoje a Justiça Eleitoral do Pará cassou o mandato do prefeito do município Flávio Marreiro do PSC. A decisão foi do Tribunal Regional Eleitoral do Pará.

Marreiro é acusado de abuso de poder econômico.

Estamos de olho!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Os filhos Pobres do Pará "Grande"

Há muito se houve falar sobre o tema Divisão do Pará. Quem mora ou viveu a maior parte da vida nas regiões Sul, Sudeste e principalmente Oeste do Pará – meu caso - o assunto já é bem familiar.

Entender a necessidade da criação de novos estados no Brasil, não é simplesmente uma mera discussão territorialista, é uma necessidade premente para desenvolver social e econômicamente uma população que usufruem historicamente das mazelas que a falta de atenção administrativa proporciona.

Equipe do site G1 recentemente esteve no Pará para preparar uma série de reportagens sobre o tema. G1 ouviu o economista Celio Costa, que reuniu uma série de dados que mostram numericamente a obtusa distribuição de investimentos feitos no nosso Estado.

Pasme-se: Pelos cálculos de Celio Costa, do total do orçamento do Pará em 2010 (aproximadamente R$ 10,54 bilhões), cerca de 88% foram gastos na área do novo Pará; 8%, em Carajás; e 4%, em Tapajós, que é o maior em área.

Quando se analisam os investimentos (cerca de R$ 1,03 bi em 2010), 83,5% foram feitos no novo Pará, na região metropolitana de Belém; 11,5% (cerca de R$ 150 milhões), em Carajás; e 5% (R$ 69 milhões), no Tapajós, diz o economista com base no balanço do governo do Pará divulgado no Diário Oficial do Estado.

O que mais preciso dizer ao ser confrontado com uma realidade tão lastimável?