segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Ex-prefeito é acusado de desviar verba pública

Uma denúncia de desvio de verbas que seriam destinadas à saúde, pesa sobre o ex-Prefeito de Alenquer, João Damascena Filgueiras o João Piloto e contra a ex-Secretária de Saúde do Município, Maria do Socorro Damascena Filgueiras.

De acordo com apurações do Ministério da Saúde, João Damascena teria aplicado irregularmente recursos destinados à saúde. As informações constam no relatório de auditoria iniciada a mais de dois anos, elaborado pelo próprio ministério.

O montante das verbas desviadas do SUS pelo ex-prefeito, apuradas devidamente pelo setor de contabilidade e Auditoria do Ministério da Saúde, através do Fundo Nacional de Saúde, totaliza R$ 413.474,89. Este valor, acrescido de juros no valor de R$ 230.674,47, perfaz um total de R$ 644,149,36.

Em agosto deste ano, O Ministério da Saúde, através do Diretor Executivo do Fundo Nacional de Saúde, Arionaldo Bonfim Rosendo, encaminhou ofício a prefeitura de Alenquer, informando sobre o Relatório de Auditoria de nº 2108/2005. O documento comunica que será instaurada Tomada de Contas Especial, tendo em vista irregularidades apuradas na aplicação dos recursos do SUS, pela Prefeitura Municipal de Alenquer, na gestão da Sra. Maria do Socorro Damascena Filgueiras.

Caso não seja esclarecido o destino desta montanha de dinheiro que deveria ser usado na saúde pública municipal, o ex-prefeito de Alenquer estará em maus lençóis e sem rumo na política ximanga.

Os rumos desse dinheiro está sendo investigado pelo Ministério Público Federal.

João Piloto, que teve sua gestão entre os anos de 1997 a 2004, atualmente é candidato a Prefeito do município de Alenquer, pelo Democratas.


Fonte: O Impacto

sábado, 6 de setembro de 2008

Justiça decreta prisão preventiva de homem que matou a própria família

A justiça decretou a prisão preventiva de Francisco Camelo Filho que matou e em seguida enterrou os corpos do pai, da madrasta e de três crianças, há quase um mês em Alenquer. O crime só foi descoberto esta semana. O crime aconteceu na comunidade de Urumanzal a 40 quilômetros de Alenquer.

A polícia recebeu a denúncia dos vizinhos e quando interrogado Francisco Camelo confessou que matou a família administrando veneno raticida no jantar. Ele mostrou o local em que os corpos estavam e onde ele havia feito uma caieira.

Durante três dias o acusado viu queimar os corpos do próprio pai Francisco Camelo, da companheira do pai Lucidalva Sousa, da filha dela Maria Leonilde Sousa e de mais duas crianças, um menino de aproximadamente 8 anos e o de uma menina de 09 meses

Peritos e técnicos do Centro de Perícias Renato Chaves já fizeram à remoção dos fragmentos ósseos. O material será enviado para Belém para que seja feita a identificação por DNA.

O laudo deve sair em até 40 dias


Fonte e Foto: Notapajos

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

PRESO ACUSADO DE MATAR CINCO PESSOAS DA MESMA FAMÍLIA EM ALENQUER

Já está recolhido no Presídio Regional em Santarém, Oeste do Pará, o pequeno fazendeiro Francisco Camelo de Oliveira Filho, 27 anos, conhecido por Pelado. Ele confessou ter matado por envenenamento cinco pessoas da mesma família e depois ter queimado os corpos em uma caieira, no município de Alenquer, na mesma região.

O crime, ocorrido há um mês, foi descoberto nesta quarta-feira 3, por uma equipe de policiais civis coordenados pelo delegado Germano Carneiro do Vale.

Em depoimento, Francisco confessou a autoria do crime e disse que o cometeu por causa da briga com pai em função da demarcação dos terrenos das duas fazendas de propriedade da família. As vítimas são o pai de Pelado, Francisco Camelo de Oliveira, conhecido por Chico Camelo; a madrasta do acusado, Lucidalva de Sousa Lira; Maria Leonilda de Sousa Rodrigues, cunhada de Chico Camelo; e os filhos de Lucidalva, Lucivando de Sousa, de 9 anos, e um bebê de seis meses.

Há um mês, denúncias feitas à Delegacia de Alenquer davam conta do desaparecimento de cinco pessoas residentes na fazenda Milagre, situada na comunidade Arumanzal, zona rural do município. A equipe policial passou a investigar o fato. Na casa da fazenda em que morava a família, atualmente, residiam Francisco Camelo Filho e a esposa.

Aos moradores da comunidade e familiares, o acusado alegava que o pai havia lhe vendido a fazenda por R$ 15 mil e depois teria viajado com toda a família para local desconhecido. O delegado passou a suspeitar de Francisco Filho. No dia 1° deste mês, o delegado solicitou à Justiça de Alenquer uma ordem judicial de busca domiciliar na fazenda para apreender objetos e bens das pessoas, até então, desaparecidas para auxiliar nas investigações. O mandado foi decretado no dia 3 e cumprido por volta de 6h30, quando uma equipe de policiais civis e militares foi à propriedade.

Durante vistoria no imóvel, os policiais encontraram dois revólveres de calibres 32 e 38, além de uma espingarda, calibre 36. Francisco Filho recebeu voz de prisão e foi conduzido à viatura policial, juntamente com sua mulher. A caminho da delegacia, ao perceber que a mulher também seria presa, ele resolveu confessar o crime e indicar o local onde estavam os restos mortais das vítimas. Em depoimento ao delegado, Francisco Filho contou ser dono da fazenda Santa Tereza, situada a 300 metros de distância da fazenda Milagres. O preso alegou que a relação com o pai não andava bem, por causa da separação com sua mãe. Segundo ele, as coisas pioraram depois que o acusado recusou-se a atender a um pedido feito por seu pai, no final do mês de julho, para retirar um pico (demarcação), que divide a fazenda do acusado e a de seu pai. O Filho afirmou que, no dia seguinte, o pai foi à fazenda Santa Tereza, com um arma de fogo, e tentou matá-lo.

Ele chegou a efetuar um disparo em direção ao filho, que teve de correr para os fundos da fazenda para não morrer. O preso alegou ter sido ameaçado de morte pelo pai. Ainda, segundo Francisco Filho, o incidente chegou aos ouvidos dos comunitários que intercederam e pediram ao senhor Francisco Camelo de Oliveira, que relevasse tudo e pedisse desculpa ao filho. Dois dias depois, Francisco, o pai, foi até à fazenda Santa Tereza e pediu desculpas ao filho, alegando que havia sido incentivado por sua mulher para obrigá-lo a aceitar a demarcação dos terrenos.

Apesar de aceitar as desculpas, Francisco Filho disse ter ouvido boatos de que a desculpa era uma mentira, pois o pai queria mesmo matá-lo para ficar com as fazendas. No final de julho, por volta de 16h, enquanto colocava o gado no curral, o acusado disse ter recebido a visita de seu pai, que lhe perguntou se havia trazido peixe para casa. Em seguida, Chico Camelo perguntou se poderia jantar com a família na casa do filho, o que foi aceito pelo acusado. Em torno de 18h, as vítimas foram ao local. Ali, Lucidalva e Maria Leonilda aprontaram uma caldeirada de peixe.

No momento em que os familiares estavam fora da casa em volta de um igarapé, o acusado apanhou um frasco com veneno de matar rato e o despejou na panela de peixe sobre o fogão. Após o jantar, o pai dele e familiares retornaram à fazenda Milagre. O preso conta, no depoimento, que por volta de 20h, foi à casa de um vizinho. Ao retornar, às 21h30, avistou uma mulher caída na estrada e percebeu que era Maria Leonilda já morta. Em seguida, foi à fazenda de seu pai e o encontrou morto ao lado da mulher na cama do quarto. Em outro quarto, encontrou as crianças. Uma delas ainda estava viva. Ele retornou ao quarto do pai e carregou o corpo dele até os fundos da fazenda, onde havia um buraco que usava para queimar carvão. Em seguida, agiu da mesma forma, colocando os corpos de Lucidalva e Maria Leonilda. Por fim, colocou no buraco as crianças já mortas.

Após os corpos estarem todos juntos no buraco, o acusado cobriu o local com madeira e ateou fogo. O preso afirmou ainda que as chamas ficaram acesas durante quatro dias. No quarto dia, ao perceber que não havia mais fogo, resolveu cobrir o buraco com areia. Francisco Filho disse ainda, em depoimento, que pretendia matar apenas o pai, a companheira dele e a cunhada. Segundo ele, Lucidalva não o aceitava na família por ser filho da primeira mulher de Chico Camelo. Ela teria incentivado o pai e tentar matá-lo a tiros, segundo afirmou o preso.

O acusado, após o depoimento, foi transferido ao Centro de Recuperação Silvio Hall de Moura, em Santarém, onde está recolhido à disposição da Justiça. Ele vai responder pelas cinco mortes, ocultação de cadáveres e porte ilegal de armas. Os restos mortais das vítimas foram removidos para perícia em Santarém.

Fonte: Ascom PC
Fotos: SBT Alenquer

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Prefeito de Curuá é acusado de desviar dinheiro público

A Procuradoria Regional da República da 1ª região denunciou José Antônio Fausto da Silva, prefeito de Curuá, no Oeste do Pará, por desvio de verbas públicas.

Ele é acusado de fraudar a execução de um convênio com o Ministério dos Transportes assinado em 2001. A prefeitura recebeu 100 mil reais para executar as obras portuárias no município, mas o Tribunal de Contas da União constatou que até 2003 só havia um flutuante com cinco bóias metálicas e uma rampa de madeira no local onde a obra deveria ser executada.

Se condenado, o prefeito pode cumprir pena de até 12 anos de reclusão.

Fonte: Notapajos

domingo, 24 de agosto de 2008

Z-28 confirma Festival do Acari para Setembro

A população alenquerense está aguardando com muita expectativa o tradicional Festival do Acari, previsto para o próximo dia 30 de setembro. Graças à iniciativa do presidente da Colônia de Pescadores Z-28, Celino Monteiro Costa, o tradicional evento foi resgatado no ano de 2007, após decorridas três décadas.

Indiscutivelmente, o evento cultural é uma das mais importantes festas da cidade.

Em contato com nossa redação, Celino Monteiro Costa disse estar otimista e que tem a pretensão de superar o sucesso do Festival passado. “Este ano, excepcionalmente, a programação será mais intensa, com inúmeras atrações, que serão motivadas, e terão caráter competitivo. As competições serão as seguintes: disputa de jogo de tarrafa, corrida de bajara e rabetas, canoagem e outras brincadeiras”, afirmou o presidente da Z-28.

Continuando, ressaltou que as modalidades serão entre associados do sexo masculino e feminino. Isto é, entre pescadores e pescadoras. “O festival do Acari é a nossa segunda maior festa, já que a primeira comemoramos as festividades de São Pedro, nosso Padroeiro”, concluiu o presidente.

O local do evento será a Associação dos Pescadores e Pescadoras, próximo ao Mandala Bar. O convite é estendido para todas as famílias do município de Alenquer.

Para quem não conhece, o Acari da nossa região, é um peixe de cor preta, cascudo e um tanto quanto esquisito. Entretanto, é dotado de um extraordinário sabor. Em rodadas de amigos, o pretinho faz sucesso quando assado ou até mesmo quando preparado em forma de “caldeirada”.

Durante o festival, a população terá a oportunidade de saborear as receitas mais deliciosas preparadas com o peixe: O famoso piracui, o bolo de piracui, o acari cozido no tucupi e outros tipos de cardápio. Sem dúvida, muitos consumidores do peixe delicioso, certamente irão optar pelo preparado tradicionalmente: Acari assado de brasa, com bastante pimenta, limão, sal e farinha.

Fonte: O Impacto

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Museu Goeldi abre vagas

O Museu Paraense Emílio Goeldi, Unidade de Pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), sediada em Belém (PA), realiza concurso público para os cargos de Pesquisador Adjunto I, Tecnologista Pleno I e II, e Técnico. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais e as inscrições ficarão abertas no período de 02/10/2008 a 31/10/2008. Os editais com as informações sobre o concurso público já estão disponíveis, para consulta, no portal do Museu Goeldi. http://www.museu-goeldi.br/

O concurso para provimento do cargo de Pesquisador Adjunto I, da Carreira de Pesquisa do Plano de Carreiras para a área de Ciência e Tecnologia, oferece duas vagas: uma para a área de Antropologia Social (Etnologia Indígena) e uma para a área de Botânica (Taxonomia de Criptógamas). O salário bruto é de R$ 5.247,10 e a taxa de inscrição tem valor de R$100,00.

Para a área de Antropologia Social, os candidatos devem ter Curso Superior em Ciências Sociais, Antropologia ou áreas afins, além de título de Doutor e ter realizado pesquisa relevante em Antropologia Social, com ênfase em Etnologia Indígena. No caso do pesquisador em Botânica, os interessados devem ter curso superior em Ciências Biológicas, Ciências Naturais ou áreas afins, além de título de Doutor com pesquisa científica em Botânica com ênfase em Taxonomia de Criptógamas.